domingo, 25 de outubro de 2009
As Escolhas de Deus
Não ando ao sabor de agendas alheias sobre os temas a trazer à igreja na Figueira da Foz, mas também não estou alheado de tudo o que tem surgido ao redor, muito menos o que se insere no âmbito bíblico-cristão.
Não posso deixar de fornecer aos cristãos que estou responsável, as respostas - quando as tenho - sobre os temas problemáticos ou fracturantes que são levantados no quotidiano.
Este tema que José Saramago levantou - Caim e a escolha feita por Deus na oferta que os dois irmãos apresentaram - não pode ser ignorado pela comunidade cristã, muito menos reactivos de forma militante, mas, o esclarecimento, e sobretudo, deixar a Bíblia fornecer as respostas, deve ser a nossa postura coerente com as "provocações" que foram feitas.
Na sexta falei do relato que o autor se baseou, Génesis 4, mas enriquecido com todo os comentários que a Bíblia fornece. Não há um preferência divina tendenciosa sem uma causa.
No domingo, falei das escolhas de Deus. Estão mais nas nossas mãos, do que imaginamos, as causas e os factores que levam Deus a direccionar a sua atenção sobre nós.
Fé, voluntariedade e amizade; são características que devem existir em nós.
Deus não busca super-homens, mas pessoas que em situações de crise revelem fé, atitude voluntária e sobretudo amizade que gera confiança.
Consultem a nossa página na Internet: www.figueiraccva.org, para o desenvolvimento do assunto.
Bem-haja
João Pedro Robalo
sábado, 10 de outubro de 2009
O Prémio Nobel Da Paz
Também eu fui apanhado de surpresa e considero que haja alguma precipitação nesta atribuição pelo júri do prémio.
No, entanto, os argumentos e preconceitos generalizados deixam no ar que, é possível, ainda não ter sido digerido ou ultrapassado o choque pela eleição de um Afro-americano para o mais alto cargo dos EUA.
Uns optam por considerar que é prematuro por ainda nada ter sido feito pelo actual presidente americano, mas, uma rápida observação geopolítica, pode-se verificar que, estamos perante um novo tempo no diálogo diplomático, perante uma nova possibilidade de desarmamento nuclear e que se lida com coragem e frontalidade com a questão mais sensível da geopolítica: O caso Israel-palestiniano.
Este é um aspecto em que nos cristãos, principalmente os evangélicos neo-pentecostais, assumem uma papel fundamentalista - tão criticado quando perpetrado pelo outro lado da trincheira - que só demonstra que, ainda não venceram um dos problemas que Tiago na sua carta apontou, como influencia diabólica e destrutiva da essência cristã: O sentimento faccioso! «Tg.3.14-16»
Este assunto leva-nos para outra questão, que me parece ser a causa da má vontade que os comentários "evangélicos" têm sido pródigos - tenho ouvido dos mais variados disparates, que me escuso comentar.
Se achamos, e bem que, Ahmadinejad tem um discurso fundamentalista, negando o Holocausto e fomentando o ódio contra os judeus; não podemos aceitar que os cristãos possuam um discurso inverso - em termos de trincheira - mas idêntico, ao achar que, a solução é exterminar ou expulsar os palestinianos da sua terra.
Aquela terra em termos Bíblicos, históricos, sócio-antropológicos e legais, não é de um dos povos em detrimento do outro.
Sei que estou acorrer um risco, porque na noção evangélica do conflito, qualquer "bom cristão" é do lado dos judeus e anti-palestiniano. É em certo sentido o ressurgimento do conceito do "eixo-do-mal".
A paz mundial - na minha perspectiva - passa pela expansão do reino de Deus; "justiça, paz e alegria no Espírito Santo" mas, para além deste pressuposto do cumprimento da missão da igreja na terra; considero que, em termos geo-políticos e estratégicos, o conflito Israel-Palestino é fundamental para o apaziguar de muitos conflitos culturais no Globo.
Considero por isso, que, Obama ao chamar à atenção o governo israelita, para alterar a sua política de expansão territorial, principalmente os colonatos da Cis-Jordânia e Faixa de Gaza, contribui para apaziguar em vez de acicatar ódios e muros tão enraizados entre estes dois povos.
Esta postura não lhe tira qualquer legitimidade para usar o poder e a força que possui, quando os abusos são cometidos de qualquer parte.
A paz não se constrói só com boas intenções, a força, quando necessária e justa, pode e deve ser empregada, para o bem comum.
Há uma distinção clara entre ser um pacificador e um pacifista. Jesus, chamou-nos a sermos pacificadores.
Os cristãos deviam incentivar todo o discurso político e acções pacificadores que promovam igualdade entre os povos e que diminuam as assimetrias sócio-económicas, bem como os direitos humanos, para a promoção de uma mundo mais justo, pacífico e com melhor qualidade de vida.
Também posso considerar prematuro a atribuição do prémio, mas não me choca, como vi entre muitos cristãos evangélicos, alguns perderam mesmo a cabeça nos comentários que fizeram.
Como a Bíblia ensina, oro pela paz em Jerusalém e também na Babilónia.
Bem-haja
João Pedro Robalo
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A Integração dos Emigrantes
Claro está que, a experiência no terreno revelará que nem tudo vai bem, nem sempre os empresários portugueses seguem este bom exemplo, aproveitando-se da fragilidade e ilegalidade a que alguns se encontram.
Esta notícia enche-me de orgulho em ser português.
Quando à poucos dias na campanha eleitoral alguns partidos usaram o fantasma da emigração - o perigo de roubar os empregos e recursos em detrimento dos nacionais - como um perigo a combater, e, com isso conseguir mais alguns votos; foi com tristeza que ouvi cristãos defender posições idênticas. Apenas lamentável.
Que a demagogia dos actores políticos seja lamentável, mas normal, ainda aceito, mas ouvir - como sucedeu - cristãos usarem o mesmo argumento para manifestar a sua posição politico-partidária, defendendo que os problemas nacionais, quer nos aspecto criminal, social e económico, são causados pela integração dos fluxos migratórios que Portugal também faz parte, é falta de cultura bíblica e desconhecimento do grande amor divino para com todos.
Deus deixou advertências muito sérias ao povo da 1ª Aliança sobre a importância no tratamento dos estrangeiros, até porque, afinal, essa era uma realidade conhecida deles.
Ex.23.9 "Não oprimirás o estrangeiro; vós conheceis o estrangeiro, porque foste estrangeiros no Egipto."
Não só estavam impedidos de qualquer tipo de opressão ou aproveitamento da situação fragilizada que os emigrantes entre eles se encontravam, como deviam expressar amor e aceitação, melhor dizendo, integração.
Lv.19.34 "Como o natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco. Amá-lo-eis como a vós mesmos, pois foste estrangeiros no Egipto. Eu sou o Senhor vosso Deus."
Há uma clara obrigatoriedade humanista e ética cristã, para providenciar todo o apoio e condições para os que desejam fazer desta nação e povo a sua oportunidade de recomeço da vida.
O amor cristão que faz a diferença neste mundo, não se deixa influenciar pela demagogia xenófoba que dá votos e popularidade a alguns políticos da nossa praça.
Sabemos diferenciar o trigo do joio, entre os que abusam da nossa afabilidade e os que se integram.
Uma nação com valores cristãos, sabe receber, integrar e dar oportunidade aos que decidem - pelas mais variadas razões - fazer desta nação a sua nova casa.
Bem-haja
João Pedro Robalo
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mães de Oração
Com este consolo, Mónica, a mãe de Agostinho, partiu para a sua continua tarefa de orar e sempre alertar o seu filho, para que, a situação dramática em que se encontrava, sofresse uma alteração profunda, o que, veio a suceder, como o próprio confessou.
Mães precisam-se, mas, das que, com fé, oração e dedicação; tudo fazem para contribuir de forma construtiva, para que os seus filhos de alguma maneira, no trajecto da vida, encontrem o propósito eterno pelo qual nasceram e existem.
Muitas vezes com amargura e dor, encontramos mães, sem saber o que fazer, e, como lidar com a rebeldia, incorrecção ou desfoque, em que os filhos se encontram.
Se não houver fé, se não existir esperança, nem qualquer âncora de segurança; qualquer mãe entra em agonia e desespero, perante as situações que todos os filhos em algum momento do seu caminho se envolvem.
Hoje, as mães, contentam-se com a satisfação materialista dos filhos, na base dos bens, imagem e condições para que tenham uma vida facilitada em todos os sentidos.
Contribuir para que os filhos possuam bens que os promovam socialmente, que frequentem os melhores meios para serem bem sucedidos e que, nada lhes falte para serem reconhecidos como actuais e modernos; é tudo, o que os progenitores e educadores consideram ser responsabilidade sua.
Mais que uma prestação de serviços parental, hoje, mães que oram, choram diante de Deus e ensinam os princípios cristãos, são necessárias.
Ana, a mãe de Samuel, com amargura do seu coração, encontrou no tabernáculo e no Sacerdote Éli, as palavras e o consolo que resultaram no milagre desejado.
Para as mães, que por alguma razão se encontram numa situação preocupante ou aflitiva, saibam que as vossas lágrimas derramadas diante de Deus, encontram eco e resposta para solucionar o que parece impossível humanamente.
Os filhos, de mães cristãs, mesmo não sabendo, são privilegiados, porque para além do amor materno natural, a fé e lágrimas derramadas, são ouvidas por quem dirige todas as coisas, e, que consegue concertar tudo: Deus!
Esperança e confiança, são o que caracterizam as mães cristãs na sua plena certeza que, os seus filhos não são gerados para a perdição, mas para cumprirem o propósito traçado por Deus.
Tenhamos fé, mesmo quando as lágrimas são a realidade do dia a dia; a oração que se sente é escutada, e, tal como o Bispo de Cartago disse: É impossível não ser respondida.
Bem-hajam
João Pedro Robalo
Nota: A minha referência ás mães, deve-se ao relato referido por St. Agostinho, porque considero, como é óbvio, que esta responsabilidade é mútua do casal, não só de um dos cônjuges.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O Legado de Gideão
Por exemplo: A economia estava de rastos, os midianitas pelo poder militar que possuíam, usurpavam todo o esforço laboral do povo hebraico.
Quando o povo clama a Deus no meio desta situação, Deus envia-lhes um profeta que lhes explica a causa da situação em que se encontram. Jz.6.10 "...Mas não deste ouvidos à minha voz."
É perante esta situação que surge a figura Gideão; o Anjo do Senhor encontra-o a resistir contra a situação catastrófica numa atitude inconformada, a tentar manter o fruto do seu trabalho contra as investidas dos inimigos.
A voz profética havia surgido na nação para mostrar a causa dos problemas em que se encontravam, agora, era necessário fazer algo que os tirasse do fosso em que se encontravam.
Como? Normalmente o esperado seria uma estratégia e plano para sair da crise; esta é a postura que todos desejam e costumam ter.
Deus não age assim, porque não deseja apenas fazer sair da crise, mas capacitar-nos para vivermos de forma superior a qualquer crise que surja.
Por esta razão Deus começa a tratar coma pessoa; o Gideão, o homem que tem receios, péssima auto-imagem e sobretudo muitas dúvidas, daí os sinais pedidos.
Convém realçar que o apelo tão actual a sinais como o fez Gideão, não é um acto de fé nem uma elevação espiritual, antes pelo contrário, é uma assumpção de fraqueza e perda do hábito natural de ouvir e conhecer a voz de Deus.
Todo o capítulo 6 de Juízes mostra Deus a tratar com uma pessoa valorosa, cheia de potencialidade, um líder nato, mas que devido à situação espiritual em que o povo se encontra, Deus é apenas uma memória distante e recordação dos grandes actos divinos do passado.
Não se pode vencer crises sem deixar que o Espírito Santo trate connosco.
Na verdade as crises, são a consequência da crise interna em que as pessoas se encontram espiritual e humanamente.
Só assim se compreende que Gideão tivesse em sua casa um santuário as dois deuses mais devastadores e desumanos da história daquela região.
Crises vencem-se colocando em ordem a nossa relação com Deus e removendo com tudo o que impede a boa sintonia nesta relação.
Quando estamos bem com Deus e connosco próprios - para mim uma coisa garante a outra - temos as ferramentas, meios, estratégias e capacidade para vencer qualquer crise.
Bem-haja
João Pedro Robalo
P.S. Para mais informação consulte o nosso "site" www.figueiraccva.org
sábado, 19 de setembro de 2009
Os Milagres não se Compram!
Entre pequenos grupos, mas tristemente também entre grandes nomes e igrejas, o factor financeiro pesa e tornou-se o tema principal das mensagens e teologia que os caracteriza.
A ideia que, o milagre ou a bênção divinas se podem comprar, tornou-se comum e aceitável por muitos no seu seio, como algo normal, onde já não há qualquer pudor em se afirmar que tudo depende da nossa oferta, normalmente canalizada para projectos pessoais megalómanos.
É comum ouvir-se dizer: Mesmo que não tenha nada para dar, venha receber o seu milagre.
Os que afirmam isto fazem-no como pessoas misericordiosas, como se fosse um favor que prestam aos desfavorecidos.
O normal é "pagar" para receber o milagre, mas como são pessoas benevolentes e caridosas, abrem uma excepção final, para os que não podem dar nada devido à condição precária que atravessam. O problema é que aos ouvidos da maioria isto tornou-se banal.
Jesus, ao inverso deste ensino actual, não condicionou a cura às questões financeiras, mas à misericórdia e fé.
Em Mt.8.1-4 "Veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo. Jesus estendeu a mão, e o tocou, dizendo: Quero, sê limpo! E imediatamente ficou limpo da lepra. Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e apresenta a oferta que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho." (Almeida Edição Contemporânea)
Após curar este leproso, Jesus ordenou-lhe, entre outras coisas, que fosse apresentar a oferta ordenada por Moisés (lei) para lhes servir de testemunho.
Esta ordem inversa, de acordo com os padrões actuais, mostra onde se insere a nossa oferta; não é um "negócio" ou "compra" de milagre, mas um testemunho pessoal da gratidão a Deus pelo milagre que fomos alvo.
A misericórdia divina atingiu-nos e pela fé fomos capazes de crer para a receber.
Não é a antecipação da oferta - como se fosse isso que movesse o coração e vontade divinas - que faz o milagre acontecer, mas será sempre um acto da misericórdia divina que, responde à fé depositada na palavra e promessas de Deus.
Ainda creio em milagres, Deus não entrou em crise nem perdeu a sua capacidade sobrenatural, mas não posso conformar-me com todo o "mercantilismo piedoso" à volta da miséria e necessidade que muitas pessoas se encontram.
A nossa oferta - os cristãos são pessoas que ofertam em gratidão e o fazem com generosidade - é um testemunho da graça e misericórdia divinas na nossa vida.
Essa foi a ordem de Jesus, não houve qualquer impedimento à cura por não ter sido ofertado nada antecipadamente, mas servia de testemunho que, algo tinha acontecido e poderia ser comprovado por todos.
Alguns arrogam-se de fazer "mover" Deus por causa da sua oferta, mas na Bíblia sempre a ordem é inversa: Não somos nós que damos o que quer que seja em primeiro lugar, mas apenas devolvemos a Deus o que já recebemos em abundância d'Ele.
Nunca seremos capazes de dar o que quer que seja a Deus; Ele é que nos dá tudo, nós apenas devolvemos parte, como sinal de testemunho e gratidão ao nosso providenciador da vida.
A minha oferta será sempre um testemunho e acto de gratidão da bondade, misericórdia e graça de Deus na minha vida.
Deus vos abençoe
João Pedro Robalo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A Ética e a Moral
Estamos em plena campanha eleitoral para a eleição do novo parlamento para os próximos 4 anos.
Tenho lido e ouvido alguns comentários no meio evangélico sobre a possibilidade ou não de se tomar posições públicas a favor de uns em detrimento de outros.
Entre muitos comentários ressaltam algumas posições que desejam colar os cristãos às políticas de pendor moral em detrimento de outras.
O aborto, casamento entre homossexuais, laicismo, uso de células estaminais, etc. surgem como as bandeiras que pretendem condicionar a orientação do sufrágio entre os cristãos.
Ao ler a Bíblia, encontro uma maior preocupação do Autor que inspira os textos nas questões éticas - os aspectos sociais são fundamentais para Deus - que apenas nos aspectos morais.
Atenção, com isto não desvalorizo a importância do carácter cristão na sua luta Titânica contra o pecado; somos, e sempre seremos contra toda a manifestação do mal que procura humanizar actos que são hediondos e condenáveis, na qual, o aborto entre outros, se insere.
O que me incomoda é a mensagem que alguns cristãos evangélicos - principalmente líderes - querem fazer passar para condicionar o voto livre e consciente dos crentes.
Dizem eles que não se pode votar em políticas que são moralmente erradas mas, subtilmente, apelam ao voto em grupos que desvalorizam os aspectos sociais - éticos para mim - como algo subalterno ou inferior.
Para Deus este não é um assunto menos importante, aliás, foi a falha neste aspecto que condenou a nação da aliança - Israel - na sua missão, ao não cuidar dos órfãos, viúvas, estrangeiros e desfavorecidos, perderam a sua posição privilegiada diante do Senhor.
Aconselho a leitura, entre outras, as passagens: Ex.22.21-23; Lv.19.10 e seguintes; 23.22 e como a igreja neo-testamentária seguiu o mesmo padrão; Gl.2.9-10.
Não encontro na teologia bíblica uma desvalorização dos aspectos éticos em relação aos morais, antes pelo contrário, uns, os morais merecem uma reflexão pessoal constante, enquanto os outros, os éticos, são de carácter público e sobre os quais a igreja tem uma responsabilidade social de dar a resposta que a humanidade precisa; cuidar dos desfavorecidos.
Sl.140.12 "Sei que o Senhor concede justiça ao pobre, e sustenta a causa do necessitado"
Para Deus não me parece haver uma preocupação desmedida das questões morais em relação às éticas, parece-me que o contrário revela mais o paradigma bíblico.
A igreja "evangélica" tem perdido a sua voz e relevância na sociedade, quando tem trocado as prioridades e surge com posições situacionistas e retrógradas que, mais desejam manter tudo na mesma em vez de almejar uma sociedade mais igualitária e equitativa.
Os cristãos estão livres de fazer as suas escolhas partidárias sem qualquer anátema ou condicionalismo devido às questões morais, porque a nossa primeira obrigação bíblica deve-se com aspectos ético-sociais da sociedade onde temos a responsabilidade de ser luz e sal para a construção de uma nova sociedade na terra.
Precisamos mais de respostas éticas oferecidas ao mundo como o fez Dietrich Bonhoeffer, que a triste figura que os pastores americanos oferecem na sua colagem ao conservadorismo por questões morais.
Bem-haja
João Pedro Robalo