A igreja cristã é geneticamente diversa e expressa a sabedoria divina multiformemente!
O problema ao longo da história do cristianismo, surge, quando algo de importante acontece no marasmo religioso, teológico e nas revelações fossilizadas; logo se têm a tendência para criar uma uniformidade que represente e condicione essa nova abordagem de viver o cristianismo.
A propensão para uniformizar, demonstra-se na tendência para nomear, circunscrever e limitar a alguns privilegiados o que Deus deseja abrir a todos e manter vivo ao longo de gerações; surgindo assim o que chamo de "cancro" da comunhão cristã: O denominacionalismo.
Não só é pernicioso porque uniformiza o que deve ser diverso, como obriga á desonestidade intelectual, porque exige a defesa da denominação em detrimento da verdade.
Tomo por exemplo as posições dispensacionalistas que, contra o avanço da compreensão teológica, e, principalmente, escatológica; forçam as interpretações com atropelos hermenêuticos e exegéticos, para harmonizarem a sua visão ultrapassada e errada com os novos ventos de ideias.
Todo o esforço relacional apenas baseado na doutrina, gera conformismo e negação da génese da igreja desde a sua origem.
A nossa união é mais espiritual e relacional - comunhão dos santos - do que imaginamos.
Lembro há uns bons anos atrás um referido teólogo ter feito esta afirmação em pleno Monte Esperança, e toda a polémica que causou no seio denominacional de então.
O pior é que ele tinha razão, mas isso não interessa ao espírito denominaciolanista, o grupo, o corporativismo tem de ser preservado a todo o custo - mesmo da verdade.
Sei que o mau exemplo de alguns novos ministérios pessoais - sou contra tal conceito - e de igrejas neopentecostais que querem apresentar resultados a todo o custo; têm refreado e deturpado a natureza diversa e multiforme da igreja cristã; mas não sacrifico a verdade por causa dos exageros e atropelos dos que se aproveitam da crença popular.
A igreja cristã - de acordo com o padrão neotestamentário - é descentralizada na sua essência e organização, pelo que, qualquer tentativa para a amarrar a uma "organização" com padrões humanos e seculares, vai contra a sua natureza e génese.
Os tempos e momentos actuais exigem que se resgate a igreja das tendências empresariais de organização que impõem modelos e dinâmicas seculares na estrutura e relação de poder entre os diversos estratos piramidais.
A Santa Igreja, relevante, pura, imaculada e gloriosa; para a qual um dia Jesus voltará - não a vem buscar, mas para ela - só possui uma cabeça: Jesus o Cristo!
Toda a tentativa pessoal ou orgânica para substituir o lugar que pertence ao Senhor dos senhores e Reis dos reis; é um acto de idolatria, sempre condenável pelo Deus eterno.
Apesar de todas as falhas e equívocos que a História da igreja é pródiga, creio na igreja verdadeira, pura e interventiva, que, se está a levantar, para fazer sentir a sua voz e acção no resgate, não só o homem caído; mas toda a criação que geme e aguarda - pacientemente - a manifestação dos filhos de Deus.
Bem-haja
João Pedro Robalo
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O Lugar onde Deus te Quer!
Um dos assuntos que mais questiono, é a escolha de Deus, por pessoas com sinais de fragilidade para serem os mentores e até autores de grandes mudanças históricas.
Reporto-me aos casos de infertilidade ou esterilidade que resultam na Bíblia em receptores das promessas divinas ou geradores de filhos que marcam a revelação de Deus na História.
Não podemos ignorar a pressão social, religiosa e emocional que estas pessoas foram sujeitas, pelo facto de não conseguirem gerar filhos - para muitos uma prova de maldição e rejeição divinas.
Quando observamos com cuidado cada um dos casos relatados nas Escrituras Sagradas, surgem sinais que nos ajudam a entender, tanto a escolha divina, como o lugar que cada um destes intervenientes teve de chegar, para alcançar a promessa.
Chegar á fé!
Abraão, o nosso pai da fé, com a sua mulher, Sara, ambos conseguiram chegar á fé.
Não apenas uma fé pessoal, mas que os transcendeu, e, que gerações, povos e multidões beneficiaram.
No relato bíblico de Génesis 15.1-6, Abraão, quando argumenta com Deus, é levado para fora, onde consegue ver para além da sua insignificância, e, nesta contemplação consegue crer; chegar á fé, onde o impossível se torna realizável.
Amar de verdade
Outro caso que inicia com uma dificuldade idêntica é o caso de Raquel - que a leva ao desespero - mas que são compensados com filhos extraordinários.
Este relacionamento de aliança entre Jacó e Raquel, é paradigmático na demonstração do verdadeiro amor. Génesis 29.18,20 mostra a força do verdadeiro amor, que faz o difícil parecer fácil.
Por vezes menos valorizado, o amor, é o caminho para se conhecer Deus em sua dimensão plena - pelo menos no que se pode conhecer.
Processar a dor e o sofrimento
O terceiro caso que desejo realçar, reflecte a importância de lidar com o sofrimento que nos rodeia, as desilusões que somos alvo e a dor que teima em surgir de onde menos se espera.
Ana, mulher de Elcana, desprezada, magoada e irritada pela sua "adversária" - mesmo sendo alvo do amor e consolo do seu marido - encontrou no derramar da alma diante de Deus o consolo e concordância necessários para obter o desejo do seu coração. (1ª Samuel)
Sem processar-mos a dor e sem enfrentar o sofrimento - ignora-lo não fará desaparecer - nunca seremos capazes de chegar ao lugar onde Deus satisfará os anseios e desejos da nossa alma.
Abertos a uma revelação nova
O último caso que desejo nomear, surge já no 2º Testamento, mas ainda com o último profeta da Velha Aliança: João Baptista.
Lucas, no primeiro capítulo relata a aparição do anjo Gabriel a Zacarias, trazendo-lhe a boa nova que, as suas orações - em conjunto com Isabel - haviam sidos ouvidas por Deus.
Todo o processo revela pormenores interessantes, mas o que desejo realçar é a escolha do nome do filho das suas orações: João.
Zacarias e Isabel, quebraram com as tradições, quer religiosas quer sociais, que impunham o hábito de dar o nome do pai ao primeiro filho.
Fizeram-no em obediência a quem lhes concedeu o pedido; Deus.
Qualquer mudança requer a orientação divina, confirmação do Espírito Santo na comunhão dos santos que, colocam o selo da autenticidade na mudança de paradigma para uma nova revelação frescaque fará a diferença e abrirá novas fronteriras.
Fé, amor, dor e sofrimento processados e, finalmente, abertura para seguir Deus no seu mover sobrenatural de avanço na História; são as causas que, creio, levarem Deus á escolha das pessoas para os momentos especiais que fazem a diferença.
Se desejarem pode visualizar esta mensagem no site: figueiraccva.org (Gente que Faz História)
Bem-haja
João Pedro Robalo
Reporto-me aos casos de infertilidade ou esterilidade que resultam na Bíblia em receptores das promessas divinas ou geradores de filhos que marcam a revelação de Deus na História.
Não podemos ignorar a pressão social, religiosa e emocional que estas pessoas foram sujeitas, pelo facto de não conseguirem gerar filhos - para muitos uma prova de maldição e rejeição divinas.
Quando observamos com cuidado cada um dos casos relatados nas Escrituras Sagradas, surgem sinais que nos ajudam a entender, tanto a escolha divina, como o lugar que cada um destes intervenientes teve de chegar, para alcançar a promessa.
Chegar á fé!
Abraão, o nosso pai da fé, com a sua mulher, Sara, ambos conseguiram chegar á fé.
Não apenas uma fé pessoal, mas que os transcendeu, e, que gerações, povos e multidões beneficiaram.
No relato bíblico de Génesis 15.1-6, Abraão, quando argumenta com Deus, é levado para fora, onde consegue ver para além da sua insignificância, e, nesta contemplação consegue crer; chegar á fé, onde o impossível se torna realizável.
Amar de verdade
Outro caso que inicia com uma dificuldade idêntica é o caso de Raquel - que a leva ao desespero - mas que são compensados com filhos extraordinários.
Este relacionamento de aliança entre Jacó e Raquel, é paradigmático na demonstração do verdadeiro amor. Génesis 29.18,20 mostra a força do verdadeiro amor, que faz o difícil parecer fácil.
Por vezes menos valorizado, o amor, é o caminho para se conhecer Deus em sua dimensão plena - pelo menos no que se pode conhecer.
Processar a dor e o sofrimento
O terceiro caso que desejo realçar, reflecte a importância de lidar com o sofrimento que nos rodeia, as desilusões que somos alvo e a dor que teima em surgir de onde menos se espera.
Ana, mulher de Elcana, desprezada, magoada e irritada pela sua "adversária" - mesmo sendo alvo do amor e consolo do seu marido - encontrou no derramar da alma diante de Deus o consolo e concordância necessários para obter o desejo do seu coração. (1ª Samuel)
Sem processar-mos a dor e sem enfrentar o sofrimento - ignora-lo não fará desaparecer - nunca seremos capazes de chegar ao lugar onde Deus satisfará os anseios e desejos da nossa alma.
Abertos a uma revelação nova
O último caso que desejo nomear, surge já no 2º Testamento, mas ainda com o último profeta da Velha Aliança: João Baptista.
Lucas, no primeiro capítulo relata a aparição do anjo Gabriel a Zacarias, trazendo-lhe a boa nova que, as suas orações - em conjunto com Isabel - haviam sidos ouvidas por Deus.
Todo o processo revela pormenores interessantes, mas o que desejo realçar é a escolha do nome do filho das suas orações: João.
Zacarias e Isabel, quebraram com as tradições, quer religiosas quer sociais, que impunham o hábito de dar o nome do pai ao primeiro filho.
Fizeram-no em obediência a quem lhes concedeu o pedido; Deus.
Qualquer mudança requer a orientação divina, confirmação do Espírito Santo na comunhão dos santos que, colocam o selo da autenticidade na mudança de paradigma para uma nova revelação frescaque fará a diferença e abrirá novas fronteriras.
Fé, amor, dor e sofrimento processados e, finalmente, abertura para seguir Deus no seu mover sobrenatural de avanço na História; são as causas que, creio, levarem Deus á escolha das pessoas para os momentos especiais que fazem a diferença.
Se desejarem pode visualizar esta mensagem no site: figueiraccva.org (Gente que Faz História)
Bem-haja
João Pedro Robalo
domingo, 16 de agosto de 2009
Um Excelente texto escrito pelo Bispo Hermes Fernandes, sobre o terror que a doutrina dispensassionalista trouxe na interpretação que faz da Parábola das dez virgens.
www.hermesfernandes.blogspot.com (parábola usada para aterrorizar os crentes)
Abraço e boa leitura.
João Pedro
www.hermesfernandes.blogspot.com (parábola usada para aterrorizar os crentes)
Abraço e boa leitura.
João Pedro
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A Maldição do Cristo Genérico
Cristo Genérico: Milhões matariam por ele.
Jesus Autêntico: Milhões morreriam por Ele.
Cristo Genérico: Os fins justificam os meios.
Jesus Autêntico: Decreta os fins e estabelece os meios.
Cristo Genérico: A auto-estima acima de tudo.
Jesus Autêntico: O Amor acima de tudo.
Cristo Genérico: Os interesses pessoais como prioridade.
Jesus Autêntico: O Reino de Deus e a Sua Justiça.
Cristo Genérico: Multiplicar para concentrar recursos.
Jesus Autêntico: Compartilhar para espalhar recursos.
O Cristo Genérico é encontrado nas prateleiras dos mercados da fé.
O Jesus Autêntico é encontrado em nosso semelhante, principalmente nos marginalizados, nos excluídos, nos famintos.
O Cristo Genérico é um aliado dos poderes constituídos.
Jesus Autêntico Se solidariza com os oprimidos.
O Cristo Genérico está disponível nas catedrais da fé.
O Jesus Autêntico não se acomoda na suntuosidade dos templos.
O Cristo Genérico oferece milagres a granel.
O Jesus Autêntico faz da vida um milagre.
O Cristo Genérico pede tudo, sem ter nada a oferecer.
O Jesus Autêntico oferece tudo, sem nada lhe pedir.
O Cristo Genérico busca ser bajulado.
O Jesus Autêntico é honrado quando colocamos em prática o que Ele ensinou.
O Cristo Genérico se contenta com mãos erguidas aos céus.
O Jesus Autêntico procura por mãos estendidas ao próximo.
Fonte: Hermes Fernandes (www.hermesfernandes.blogspot.com)
Jesus Autêntico: Milhões morreriam por Ele.
Cristo Genérico: Os fins justificam os meios.
Jesus Autêntico: Decreta os fins e estabelece os meios.
Cristo Genérico: A auto-estima acima de tudo.
Jesus Autêntico: O Amor acima de tudo.
Cristo Genérico: Os interesses pessoais como prioridade.
Jesus Autêntico: O Reino de Deus e a Sua Justiça.
Cristo Genérico: Multiplicar para concentrar recursos.
Jesus Autêntico: Compartilhar para espalhar recursos.
O Cristo Genérico é encontrado nas prateleiras dos mercados da fé.
O Jesus Autêntico é encontrado em nosso semelhante, principalmente nos marginalizados, nos excluídos, nos famintos.
O Cristo Genérico é um aliado dos poderes constituídos.
Jesus Autêntico Se solidariza com os oprimidos.
O Cristo Genérico está disponível nas catedrais da fé.
O Jesus Autêntico não se acomoda na suntuosidade dos templos.
O Cristo Genérico oferece milagres a granel.
O Jesus Autêntico faz da vida um milagre.
O Cristo Genérico pede tudo, sem ter nada a oferecer.
O Jesus Autêntico oferece tudo, sem nada lhe pedir.
O Cristo Genérico busca ser bajulado.
O Jesus Autêntico é honrado quando colocamos em prática o que Ele ensinou.
O Cristo Genérico se contenta com mãos erguidas aos céus.
O Jesus Autêntico procura por mãos estendidas ao próximo.
Fonte: Hermes Fernandes (www.hermesfernandes.blogspot.com)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Uma Fé que Eleva a Tua Vida
Apesar de ser o tema central do cristianismo, fé, por vezes, continua a ser um dos tópicos menos compreendidos.
Isto não quer dizer que, seja um tema pouco abordado, mas, o que mais se lê, é muito rudimentar, pouco profundo ou pior ainda repetitivo.
Penso que, a razão desta alienação deve-se a certa confusão da expressão que o Apóstolo Paulo usou na carta aos Coríntios (2.4-5) "A minha palavra e pregação, não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus"
Na minha interpretação - não me retraio a fazer uma leitura exegética do que leio - o Apóstolo, não se está a referir a outra coisa que não á pregação e palavra; como tal, não é contra o ensino que está a insurgir-se, mas contra a mera sabedoria humana que dispensa a iluminação e revelação que só o Espírito Santo é capaz de oferecer.
A fé deve apoiar-se na palavra de Deus, no ensino sólido e claro sobre a doutrina que estrutura o cristianismo.
Não encontro uma disparidade entre o ensino e o poder do Espírito Santo. Aliás, sem esse ensino sólido e bem fundamentado nas Escrituras Sagradas, que diferença residirá entre alguns comportamentos, ditos manifestações do Espírito, e, outros que também usam o mesmo rótulo.
Se a experiência é elevada a padrão ou referência, acima ou apesar da doutrina, qual a segurança para a autenticidade do que é de Deus ou não?
Creio que esta é a questão central a não ser desprezada nem perdida pela igreja cristã actual.
Estamos perante uma nova realidade espiritual definida pelo sensorial e a experiência - realidade que não é nova - onde a doutrina é desvalorizada, ou pelo menos, secundarizada.
Pessoalmente não "embarco" nesta onda - apesar de necessitar adaptar-me - pois creio que, mais que nunca, uma doutrina bem solidificada é essencial.
O relato bíblico de Actos dos Apóstolos cap.8 é sintomático nesta temática.
Filipe representa uma nova geração que demonstra acção pelo poder do Espírito Santo, com um impacto tremendo em Samaria - qualquer um de nós gostaria de ter esta ousadia e resultados - que atraiu o mágico Simão.
É interessante observar a facilidade da sua nova adaptação á mensagem do evangelho - demonstrada por sinais, prodígios e maravilhas que o Espírito Santo operava através de Filipe - sem qualquer incompatibilidade ou restrições.
Só quando os Apóstolos Pedro e João entram em cena - com a autoridade doutrinal e teológica - a diferença é estabelecida sem reservas ou equívocos.
Acredito que os aspectos sensoriais e emocionais da vida cristã devam ser valorizados e bem enquadrados, mas sempre - reafirmo; sempre - devam submeter-se aos aspectos doutrinais e teológicos para uma experiência saudável e madura em Cristo.
A nossa fé firma-se e baseia-se na Palavra de Deus não na experiência, muito menos no que vemos.
Pregar a palavra e ensinar a verdade e com verdade, são a grande tarefa que os cristãos em geral devem assumir em resposta á grande comissão que nos foi confiada por Jesus: Fazer discípulos do Mestre e ensinar a guardar o que nos mandou guardar.
Bem-haja
João Pedro Robalo
Isto não quer dizer que, seja um tema pouco abordado, mas, o que mais se lê, é muito rudimentar, pouco profundo ou pior ainda repetitivo.
Penso que, a razão desta alienação deve-se a certa confusão da expressão que o Apóstolo Paulo usou na carta aos Coríntios (2.4-5) "A minha palavra e pregação, não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus"
Na minha interpretação - não me retraio a fazer uma leitura exegética do que leio - o Apóstolo, não se está a referir a outra coisa que não á pregação e palavra; como tal, não é contra o ensino que está a insurgir-se, mas contra a mera sabedoria humana que dispensa a iluminação e revelação que só o Espírito Santo é capaz de oferecer.
A fé deve apoiar-se na palavra de Deus, no ensino sólido e claro sobre a doutrina que estrutura o cristianismo.
Não encontro uma disparidade entre o ensino e o poder do Espírito Santo. Aliás, sem esse ensino sólido e bem fundamentado nas Escrituras Sagradas, que diferença residirá entre alguns comportamentos, ditos manifestações do Espírito, e, outros que também usam o mesmo rótulo.
Se a experiência é elevada a padrão ou referência, acima ou apesar da doutrina, qual a segurança para a autenticidade do que é de Deus ou não?
Creio que esta é a questão central a não ser desprezada nem perdida pela igreja cristã actual.
Estamos perante uma nova realidade espiritual definida pelo sensorial e a experiência - realidade que não é nova - onde a doutrina é desvalorizada, ou pelo menos, secundarizada.
Pessoalmente não "embarco" nesta onda - apesar de necessitar adaptar-me - pois creio que, mais que nunca, uma doutrina bem solidificada é essencial.
O relato bíblico de Actos dos Apóstolos cap.8 é sintomático nesta temática.
Filipe representa uma nova geração que demonstra acção pelo poder do Espírito Santo, com um impacto tremendo em Samaria - qualquer um de nós gostaria de ter esta ousadia e resultados - que atraiu o mágico Simão.
É interessante observar a facilidade da sua nova adaptação á mensagem do evangelho - demonstrada por sinais, prodígios e maravilhas que o Espírito Santo operava através de Filipe - sem qualquer incompatibilidade ou restrições.
Só quando os Apóstolos Pedro e João entram em cena - com a autoridade doutrinal e teológica - a diferença é estabelecida sem reservas ou equívocos.
Acredito que os aspectos sensoriais e emocionais da vida cristã devam ser valorizados e bem enquadrados, mas sempre - reafirmo; sempre - devam submeter-se aos aspectos doutrinais e teológicos para uma experiência saudável e madura em Cristo.
A nossa fé firma-se e baseia-se na Palavra de Deus não na experiência, muito menos no que vemos.
Pregar a palavra e ensinar a verdade e com verdade, são a grande tarefa que os cristãos em geral devem assumir em resposta á grande comissão que nos foi confiada por Jesus: Fazer discípulos do Mestre e ensinar a guardar o que nos mandou guardar.
Bem-haja
João Pedro Robalo
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A Indústria dos "Deixados para trás" no seu Melhor
Você já pensou em armazenar documentos, imagens, mensagens que você queira deixar para seus parentes ou amigos que não serão arrebatados?
Pois então, seus problemas acabaram!
A empresa You´ve Been Left Behind da cidadezinha de Harwich no estado americano de Massachusetts provê esse serviço para seus assinantes.
O assinante pode criar mensagens de e-mail para seus queridos que, na opinião dele, não são aptos a participar do arrebatamento.
Cada assinante passa a ter uma conta com 250MB de espaço de armazenamento e pode carregar qualquer tipo de documento e deixar previamente ajustado para ser entregue para até 62 endereços de e-mail.
Um blog também está disponível para os assinantes no qual eles podem encontrar documentos pré-formatados, coisa útil para aqueles que não têm tempo e nem um conhecimento suficiente das profecias para que possam redigir suas próprias cartas.
O custo do serviço fica ao redor de USD40 por ano.
Os operadores do web site juram que vão reduzir o preço assim que aumentar o número de assinantes.
Ah! E eles garantem que nunca menos que 10% de todo do dinheiro arrecadado anualmente será destinado à instituições de caridade cristãs.
Interessante notar que a premissa de negócio da empresa é que a Internet continuará no ar e funcionando!
Como pode-se ver, desde a concepção da série de livros e filmes "Deixados para trás" o arrebatamento tornou-se num "negocião" a cada dia novos produtos e serviços sendo lançados em sua esteira.
Fonte: Pavablog
Pois então, seus problemas acabaram!
A empresa You´ve Been Left Behind da cidadezinha de Harwich no estado americano de Massachusetts provê esse serviço para seus assinantes.
O assinante pode criar mensagens de e-mail para seus queridos que, na opinião dele, não são aptos a participar do arrebatamento.
Cada assinante passa a ter uma conta com 250MB de espaço de armazenamento e pode carregar qualquer tipo de documento e deixar previamente ajustado para ser entregue para até 62 endereços de e-mail.
Um blog também está disponível para os assinantes no qual eles podem encontrar documentos pré-formatados, coisa útil para aqueles que não têm tempo e nem um conhecimento suficiente das profecias para que possam redigir suas próprias cartas.
O custo do serviço fica ao redor de USD40 por ano.
Os operadores do web site juram que vão reduzir o preço assim que aumentar o número de assinantes.
Ah! E eles garantem que nunca menos que 10% de todo do dinheiro arrecadado anualmente será destinado à instituições de caridade cristãs.
Interessante notar que a premissa de negócio da empresa é que a Internet continuará no ar e funcionando!
Como pode-se ver, desde a concepção da série de livros e filmes "Deixados para trás" o arrebatamento tornou-se num "negocião" a cada dia novos produtos e serviços sendo lançados em sua esteira.
Fonte: Pavablog
terça-feira, 28 de julho de 2009
Cheios de Alegria e do Espírito Santo
No Domingo anterior, trouxe á igreja uma mensagem baseada em Actos 13.52 "Os discípulos estavam cheios de alegria e do Espírito Santo!"
O surpreendente nesta afirmação é a envolvencia e acontecimentos que a antecedem.
Paulo e Barnabé, haviam sido perseguidos, mal-tratados e expulsos da cidade. Não haviam razões objectivas para se alegrarem, nem parecem mostrar uma grande acção do Espírito Santo com este tipo de resultados.
Para alguns que tanto proclamam "unção" especial do Espírito Santo, um resultado destes seria logo um antagonismo impossível de resolver e explicar.
A ditadura do "sucesso" exige que se apresentem resultados visíveis e mensuráveis que projectem a figura do "ungido".
A alegria proporcionada pelo Espírito Santo, não é materialista nem populista; mas, é baseada numa profunda satisfação pelo dever cumprido e uma consciência segura no que se fez.
Cristãos cheios de alegria e do Espírito Santo são necessários nas igrejas actualmente.
Alguns dados do relato que antecede esta afirmação, dão algumas pistas, como um cristão pode desenvolver esta duplicação de bênçãos:
- Pessoas que consolam quando falam
- Uma teologia forte e bem fundamentada
- Ousadia
- Seguir o mover de Deus
- Abertos a novas oportunidades.
A alegria e uma vida cheia do Espírito Santo, não surgem do nada, mas são resultado do investimento que realizamos nas verdades bíblicas e no relacionamento profundo com Deus.
Bem-haja
João Pedro Robalo
(para maior aprofundamento do estudo bíblico, acedam a: www.figueiraccva.org)
O surpreendente nesta afirmação é a envolvencia e acontecimentos que a antecedem.
Paulo e Barnabé, haviam sido perseguidos, mal-tratados e expulsos da cidade. Não haviam razões objectivas para se alegrarem, nem parecem mostrar uma grande acção do Espírito Santo com este tipo de resultados.
Para alguns que tanto proclamam "unção" especial do Espírito Santo, um resultado destes seria logo um antagonismo impossível de resolver e explicar.
A ditadura do "sucesso" exige que se apresentem resultados visíveis e mensuráveis que projectem a figura do "ungido".
A alegria proporcionada pelo Espírito Santo, não é materialista nem populista; mas, é baseada numa profunda satisfação pelo dever cumprido e uma consciência segura no que se fez.
Cristãos cheios de alegria e do Espírito Santo são necessários nas igrejas actualmente.
Alguns dados do relato que antecede esta afirmação, dão algumas pistas, como um cristão pode desenvolver esta duplicação de bênçãos:
- Pessoas que consolam quando falam
- Uma teologia forte e bem fundamentada
- Ousadia
- Seguir o mover de Deus
- Abertos a novas oportunidades.
A alegria e uma vida cheia do Espírito Santo, não surgem do nada, mas são resultado do investimento que realizamos nas verdades bíblicas e no relacionamento profundo com Deus.
Bem-haja
João Pedro Robalo
(para maior aprofundamento do estudo bíblico, acedam a: www.figueiraccva.org)
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