Começou à meia-noite a campanha eleitoral para o parlamento europeu.
Tem sido tradição, não só em Portugal, que sejam as eleições menos participadas. Talvez pela distancia, talvez por continuarmos a olhar para os oceanos como nosso destino natural, mantendo com isso as costas voltadas para o velho continente.
Como cidadão português e também europeu, parece-me útil que se mude a mentalidade e postura com uma participação maciça nestas eleições, independentemente qual a preferência ou orientação partidária.
Afinal grande parte das decisões que nos afectam directamente são tomadas, não no parlamento nacional, mas em Estrasburgo.
É importante para os cidadãos portugueses que, na sua afirmação histórica, política, económica e de cidadania, percebam que é fundamental participar na escolha dos nossos representantes, pois sem a participação no escrutínio perde-se toda a autoridade em reclamar ou contestar.
O voto é sem dúvida um acto de cidadania europeia que, descarta-lo - por mais desiludido que se esteja - é uma negação da democracia, pondo-a em perigo ou desprestigiando-a.
Como cristãos, no continente que tem raízes profundas e históricas na religião que melhor dignifica o ser humano, temos responsabilidade maior na participação activa no acto eleitoral que agora se depara.
Tal como o Apóstolo Paulo que, com o seu cosmopolitismo foi um refrigério no velho continente nos primeiros anos do cristianismo, nós, como luz e sal da terra, devemos trazer a mesma postura e esperança aos nossos concidadãos.
Quando em Atenas, perante tamanha idolatria, conseguiu usar a curiosidade e interesse em discutir novos assuntos, para lhes despertar a atenção sobre a mensagem que transforma pessoas, famílias e sociedades.
Ao Deus desconhecido, para os gregos, mas bem conhecido do Apóstolo, que era adorado pelos atenienses mesmo numa esfera de "ignorância", Paulo pegou nesta "brecha" do panteão Helénico, para trazer a mensagem que moldou a construção europeia no seu novo rumo de progresso e avanço na história.
Estas eleições são uma oportunidade para afirmar a mensagem do evangelho, não apenas no voto - que nos confere dimensão de cidadania - mas também na afirmação dos valores cristãos, na dignidade da pessoa humana em toda a sua totalidade - desde a concepção até á velhice - e sobretudo num grito de justiça social, económica e antropológica.
A Europa ainda honra um Deus que desconhece, somos nós cristãos elucidados, que temos a responsabilidade em cada lar, emprego, escola, instituições e sociedade, ensinar e revelar o Deus que conhecemos, honramos e servimos de coração.
Quem conhece está sempre em vantagem para ensinar, guiar, mostrar o caminho e ajudar quem, mesmo honrando e respeitando, desconhece.
Nós conhecemos o Deus verdadeiro que é a esperança para a Europa.
João Pedro Robalo
sábado, 23 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Chamados para Exercer Domínio
Com a divulgação da conversa abusiva e manipuladora da professora que ultrapassou descaradamente a sua função pedagógica ao tecer considerações de âmbito sexual numa aula de História, quando não estava incumbida para tal; deixou os pais, alunos, entidades competentes e a opinião geral revoltados e confusos.
Este acontecimento abre um aceso debate em várias frentes, mas o que mais me parece importante referir é o papel fundamental e único dos progenitores na formação dos seus educandos.
Os cristãos têm-se demitido do seu papel fundamental de formar, educar e orientar; tal e qual como a Bíblia Sagrada nos incumbe, não aceitando que outros - nomeadamente o Estado - preencham essa lacuna.
Desde a pressão social ao pragmatismo irresponsável que abandona o papel crucial de formadores a entidades estatais, só porque pagamos os impostos, é destrutivo da estrutura essencial que baseia uma sociedade madura, evoluída e com futuro.
A família, como núcleo estrutural de uma sociedade sadia, deve assumir o seu papel principal de educação, formação e preparação dos filhos que lhe são confiados.
Ensinar valores, princípios, regras essenciais de socialização, boa educação, e principalmente a orientação espiritual; são responsabilidade parental que ninguém está habilitado a substituir ou compensar.
A ideia liberal de nada incutir às crianças para que depois possam escolher livremente a sua orientação religiosa é perniciosa e na verdade uma falácia.
Aos pais está reservado a função de educadores plenos, não excluindo o mais importante, que é sem dúvida a orientação espiritual.
A Bíblia aconselha no livro de Provérbios para: "Ensinar à criança o caminho em que deve andar, e quando for idoso, não se desviará dele".
Também no Pentateuco, Moisés, aconselhado por Deus, adverte que os israelitas deveriam a cada dia em suas casas lembrar aos seus filhos todas as coisas que lhes haviam sucedido e como Deus tinha sido misericordioso livrando-os da opressão.
Esta aula educativa diária e no aconchego do lar, formaria uma nova geração preparada para enfrentar qualquer desafio futuro sem sofismas ou ambiguidades, mas aptos para levarem com maior sucesso toda a tarefa de dominar e exercer influencia divina sobre outros povos e sociedades contemporâneas.
A nossa chamada cristã para dominar e encher a terra da glória de Deus, passa essencialmente pelo papel de cada dia no lar cumprimos a nossa maior função: Ser pais.
Professores desajustados, sociedade disfuncional, focos de perigos por vícios adoptados entre colegas, etc. serão uma realidade que os nossos filhos sempre irão enfrentar em todas as gerações; mas é a nossa postura no lar cumprindo o papel formativo que fará a diferença e os preparará a lidar da forma correcta com todas estas solicitações e adversidades.
A nossa chamada para exercer domínio começa em casa.
Bem-haja
João Pedro Robalo
Este acontecimento abre um aceso debate em várias frentes, mas o que mais me parece importante referir é o papel fundamental e único dos progenitores na formação dos seus educandos.
Os cristãos têm-se demitido do seu papel fundamental de formar, educar e orientar; tal e qual como a Bíblia Sagrada nos incumbe, não aceitando que outros - nomeadamente o Estado - preencham essa lacuna.
Desde a pressão social ao pragmatismo irresponsável que abandona o papel crucial de formadores a entidades estatais, só porque pagamos os impostos, é destrutivo da estrutura essencial que baseia uma sociedade madura, evoluída e com futuro.
A família, como núcleo estrutural de uma sociedade sadia, deve assumir o seu papel principal de educação, formação e preparação dos filhos que lhe são confiados.
Ensinar valores, princípios, regras essenciais de socialização, boa educação, e principalmente a orientação espiritual; são responsabilidade parental que ninguém está habilitado a substituir ou compensar.
A ideia liberal de nada incutir às crianças para que depois possam escolher livremente a sua orientação religiosa é perniciosa e na verdade uma falácia.
Aos pais está reservado a função de educadores plenos, não excluindo o mais importante, que é sem dúvida a orientação espiritual.
A Bíblia aconselha no livro de Provérbios para: "Ensinar à criança o caminho em que deve andar, e quando for idoso, não se desviará dele".
Também no Pentateuco, Moisés, aconselhado por Deus, adverte que os israelitas deveriam a cada dia em suas casas lembrar aos seus filhos todas as coisas que lhes haviam sucedido e como Deus tinha sido misericordioso livrando-os da opressão.
Esta aula educativa diária e no aconchego do lar, formaria uma nova geração preparada para enfrentar qualquer desafio futuro sem sofismas ou ambiguidades, mas aptos para levarem com maior sucesso toda a tarefa de dominar e exercer influencia divina sobre outros povos e sociedades contemporâneas.
A nossa chamada cristã para dominar e encher a terra da glória de Deus, passa essencialmente pelo papel de cada dia no lar cumprimos a nossa maior função: Ser pais.
Professores desajustados, sociedade disfuncional, focos de perigos por vícios adoptados entre colegas, etc. serão uma realidade que os nossos filhos sempre irão enfrentar em todas as gerações; mas é a nossa postura no lar cumprindo o papel formativo que fará a diferença e os preparará a lidar da forma correcta com todas estas solicitações e adversidades.
A nossa chamada para exercer domínio começa em casa.
Bem-haja
João Pedro Robalo
domingo, 17 de maio de 2009
O Aniversário do Cristo Rei
Foi festejado hoje o 50º aniversário do Cristo Rei em Almada virado para a linda cidade de Lisboa.
A nossa pobreza reflecte-se neste monumento, idealizado pelo Cardeal Cerejeira depois de uma visita ao Rio de Janeiro, sendo uma cópia que não se compara com o original e comprometedora em falta de ideias.
O que me perturbou - se é que consigo perturbar-me com isto - foi o facto de terem trazido a imagem da "nossa Senhora de Fátima" para a missa comemorativa.
O que tem Cristo - que este monumento tenta invocar - com a Srª. de Fátima, que pouco ou nada tem a ver com o Cristianismo?
Qualquer sociólogo ou estudioso ligado às religiões sabe que a região, Fátima, sempre foi um lugar místico com manifestações surpreendentes que nada tinham a ver com os padrões cristãos.
Existem suficientes pistas para a ligar a cultos, tradições e manifestações naquela região que se ligam a uma ramo místico do Islão e outras manifestações pagãs.
Trazer a imagem que está em Fátima, com aquela pompa e circunstância não me parece que tenha sido muito acertado.
Mas quanto á estátua, que é nomeada como o Cristo Rei, Lisboa nada lhe deve, e, nem sequer faz desta cidade mais devota a Cristo.
O que a capital de Portugal precisa é de uma vivência cristã dos seus cidadãos, nos valores, nos princípios, na misericórdia, no amor, enfim; naquilo que Jesus Cristo definiu como os verdadeiros cidadãos do reino dos céus: Sermos luz e sal da terra.
Por uma questão lógica, racional e de fé; não é de certo um monumento - por mais imponente que seja - que traz o progresso e bem-estar a uma cidade.
Com estes eventos a Igreja Católica Romana quer manter as pessoas na idade média e a crerem que, objectos podem influenciar de alguma forma uma sociedade.
Até que ponto esta manifestação que hoje assistimos não vai além da idolatria e não tráz alguns rasgos de paganismo cristianizado?
Espero que daqui a 50 anos já nos tenhamos livrado - apesar de não me incomodar - desta estátua que nada contribui para a espiritualidade sádia de Lisboa.
Desejo que a minha cidade natal se vire verdadeiramente para o Cristo Rei, não de cimento, mas aquele que, em carne se manifestou ao mundo à dois mil anos aceitando que Ele é o Salvador do mundo.
Já agora o Cristo Rei verdadeiro, não tem 50 anos mas perto de 2000 anos.
Bem-haja
João Pedro Robalo
A nossa pobreza reflecte-se neste monumento, idealizado pelo Cardeal Cerejeira depois de uma visita ao Rio de Janeiro, sendo uma cópia que não se compara com o original e comprometedora em falta de ideias.
O que me perturbou - se é que consigo perturbar-me com isto - foi o facto de terem trazido a imagem da "nossa Senhora de Fátima" para a missa comemorativa.
O que tem Cristo - que este monumento tenta invocar - com a Srª. de Fátima, que pouco ou nada tem a ver com o Cristianismo?
Qualquer sociólogo ou estudioso ligado às religiões sabe que a região, Fátima, sempre foi um lugar místico com manifestações surpreendentes que nada tinham a ver com os padrões cristãos.
Existem suficientes pistas para a ligar a cultos, tradições e manifestações naquela região que se ligam a uma ramo místico do Islão e outras manifestações pagãs.
Trazer a imagem que está em Fátima, com aquela pompa e circunstância não me parece que tenha sido muito acertado.
Mas quanto á estátua, que é nomeada como o Cristo Rei, Lisboa nada lhe deve, e, nem sequer faz desta cidade mais devota a Cristo.
O que a capital de Portugal precisa é de uma vivência cristã dos seus cidadãos, nos valores, nos princípios, na misericórdia, no amor, enfim; naquilo que Jesus Cristo definiu como os verdadeiros cidadãos do reino dos céus: Sermos luz e sal da terra.
Por uma questão lógica, racional e de fé; não é de certo um monumento - por mais imponente que seja - que traz o progresso e bem-estar a uma cidade.
Com estes eventos a Igreja Católica Romana quer manter as pessoas na idade média e a crerem que, objectos podem influenciar de alguma forma uma sociedade.
Até que ponto esta manifestação que hoje assistimos não vai além da idolatria e não tráz alguns rasgos de paganismo cristianizado?
Espero que daqui a 50 anos já nos tenhamos livrado - apesar de não me incomodar - desta estátua que nada contribui para a espiritualidade sádia de Lisboa.
Desejo que a minha cidade natal se vire verdadeiramente para o Cristo Rei, não de cimento, mas aquele que, em carne se manifestou ao mundo à dois mil anos aceitando que Ele é o Salvador do mundo.
Já agora o Cristo Rei verdadeiro, não tem 50 anos mas perto de 2000 anos.
Bem-haja
João Pedro Robalo
terça-feira, 12 de maio de 2009
Fátima e o 13 de Maio
Portugal celebra hoje mais um dia de fervor religioso tradicional, com a peregrinação de milhares de fieis até ao santuário de Fátima.
Colocando de lado o desacordo que obviamente reservo a este tipo de manifestações que considero idolatria, não deixo de ter um sentimento de compaixão misturado com revolta, por assistir à pobreza de espírito que os leva a pagar promessas para obter o favor divino ou agradecer algum "milagre" que não conseguem especificar.
Esta manifestação religiosa, por muito que custe aos seus promotores, não é um sinal de maturidade, antes de obscurantismo que mantém um povo cada vez mais afastado de Deus e consequentemente ignorante quando ao amor e graça que Ele nos proporciona.
A dor da caminhada, o sofrimento de pagar uma promessa a todo o custo, a angustia de levar o peso e de assumir nas próprias mãos o destino da resposta à necessidade, etc. é o resultado óbvio e fatal deste tipo de conceito e manifestação religiosa que nos caracteriza.
A Igreja Católica Romana em Portugal ao patrocinar estas peregrinações mantém o nosso povo no obscurantismo e manipulado no pior sentido da sua emancipação espiritual.
A riqueza de uma nação e de um povo encontra-se no seu desenvolvimento espiritual que, para mim, influencia todos os outros aspectos do ser humano na sua dimensão completa.
Considero que este dia não reflecte grandeza nacional, mas tristeza, por ver o meu povo caminhar, não para se aproximar de Deus, mas para se afastar de quem realmente pode socorrer e abençoar a nossa nação: Jesus Cristo o Filho do Deus Vivo!
Bem-haja
João Pedro Robalo
Colocando de lado o desacordo que obviamente reservo a este tipo de manifestações que considero idolatria, não deixo de ter um sentimento de compaixão misturado com revolta, por assistir à pobreza de espírito que os leva a pagar promessas para obter o favor divino ou agradecer algum "milagre" que não conseguem especificar.
Esta manifestação religiosa, por muito que custe aos seus promotores, não é um sinal de maturidade, antes de obscurantismo que mantém um povo cada vez mais afastado de Deus e consequentemente ignorante quando ao amor e graça que Ele nos proporciona.
A dor da caminhada, o sofrimento de pagar uma promessa a todo o custo, a angustia de levar o peso e de assumir nas próprias mãos o destino da resposta à necessidade, etc. é o resultado óbvio e fatal deste tipo de conceito e manifestação religiosa que nos caracteriza.
A Igreja Católica Romana em Portugal ao patrocinar estas peregrinações mantém o nosso povo no obscurantismo e manipulado no pior sentido da sua emancipação espiritual.
A riqueza de uma nação e de um povo encontra-se no seu desenvolvimento espiritual que, para mim, influencia todos os outros aspectos do ser humano na sua dimensão completa.
Considero que este dia não reflecte grandeza nacional, mas tristeza, por ver o meu povo caminhar, não para se aproximar de Deus, mas para se afastar de quem realmente pode socorrer e abençoar a nossa nação: Jesus Cristo o Filho do Deus Vivo!
Bem-haja
João Pedro Robalo
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Nós Europeus
Este slogan faz parte da estratégia de um partido para a campanha eleitoral das europeias, mas para além das questões partidárias - que não me merecem qualquer comentário - existe uma dimensão de europeísmo que os cristãos devem começar a desenvolver, pois a tarefa é gigante e jamais será alcançada sem esta postura.
Regressado de mais uma SLC 09 em Málaga (Strategic Leadership Consultation) onde líderes de toda a Europa pensaram o momento actual quer no âmbito social, cultural, económico e religioso.
Os oradores, desde o anfitrião, Mal Fletcher a Winkie Pratney, trouxeram uma forma apropriada e revelada de ver o mundo, inter-agir de forma pro-activa e não apenas reactiva, para que de forma prática e eficaz possamos trazer respostas que moldarão o futuro em vez de apenas nos ajustarmos ao que vai surgindo no horizonte.
Mas o que queria referir aconteceu no ultimo dia, no painel que foi constituído para abordar as questões económicas e como agir em conformidade, ver no painel um pastor português; Mário Rui da Igreja CCC em Loures, entre outros foi uma agradável surpresa.
Por vezes somos causadores do nosso próprio infortúnio, sentimo-nos deslocados, marginalizados e achamos natural ser excluídos, pela nossa má consideração como actores importantes no panorama europeu, como igreja e cristãos com algo a dizer.
Nós somos europeus de corpo e alma para dar a conhecer a todos o que Deus está a fazer entre nós, por isso, ao contrario de alguns - infelizmente - senti-me orgulhoso por assistir a um compatriota entre tantas figuras influentes trazer ideias sobre como ser relevante na sociedade actual.
Nós igreja cristã em Portugal fazemos parte de um contexto europeu que precisa aprender connosco tal e qual como aprendemos com eles.
Assim, se puderem assistam esta semana na igreja CCC em Loures com a participação de Winkie Pratney, quinta e sexta, ao evento realizado por esta igreja, não se vão arrepender.
Somos Europeus, eu sei que sempre olhamos para os oceanos como a nossa emancipação, mas não podemos, nem devemos, afastar-nos das nossas raízes europeias que estão na nossa identidade e formação ancestral.
A igreja portuguesa pode oferecer à Europa uma acção cristã que a desperte para as suas raízes históricas que tão importantes foram na mundialização e e progresso universal.
Bem-haja
João Pedro Robalo
Regressado de mais uma SLC 09 em Málaga (Strategic Leadership Consultation) onde líderes de toda a Europa pensaram o momento actual quer no âmbito social, cultural, económico e religioso.
Os oradores, desde o anfitrião, Mal Fletcher a Winkie Pratney, trouxeram uma forma apropriada e revelada de ver o mundo, inter-agir de forma pro-activa e não apenas reactiva, para que de forma prática e eficaz possamos trazer respostas que moldarão o futuro em vez de apenas nos ajustarmos ao que vai surgindo no horizonte.
Mas o que queria referir aconteceu no ultimo dia, no painel que foi constituído para abordar as questões económicas e como agir em conformidade, ver no painel um pastor português; Mário Rui da Igreja CCC em Loures, entre outros foi uma agradável surpresa.
Por vezes somos causadores do nosso próprio infortúnio, sentimo-nos deslocados, marginalizados e achamos natural ser excluídos, pela nossa má consideração como actores importantes no panorama europeu, como igreja e cristãos com algo a dizer.
Nós somos europeus de corpo e alma para dar a conhecer a todos o que Deus está a fazer entre nós, por isso, ao contrario de alguns - infelizmente - senti-me orgulhoso por assistir a um compatriota entre tantas figuras influentes trazer ideias sobre como ser relevante na sociedade actual.
Nós igreja cristã em Portugal fazemos parte de um contexto europeu que precisa aprender connosco tal e qual como aprendemos com eles.
Assim, se puderem assistam esta semana na igreja CCC em Loures com a participação de Winkie Pratney, quinta e sexta, ao evento realizado por esta igreja, não se vão arrepender.
Somos Europeus, eu sei que sempre olhamos para os oceanos como a nossa emancipação, mas não podemos, nem devemos, afastar-nos das nossas raízes europeias que estão na nossa identidade e formação ancestral.
A igreja portuguesa pode oferecer à Europa uma acção cristã que a desperte para as suas raízes históricas que tão importantes foram na mundialização e e progresso universal.
Bem-haja
João Pedro Robalo
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Os Caminhos de Deus
A partir de Fuengirola - Málaga, Espanha - para mais um SLC com Mal Fletcher, uma ideia surgiu entre muitas outras: Descobrir os caminhos de Deus.
Somos, essencialmente, chegados à teologia - uma tentativa para colocar Deus no nosso laboratório e dissecar tudo a seu respeito - para debater opiniões e posições - mais ou menos (in)flexíveis - com o intuito de mostrar a nossa posição ou conhecimento.
Conhecer os caminhos de Deus é mais que saber tudo - se é que alguma vez conseguimos tal pressuposto - a seu respeito; é mais que afirmar posições pressuposicionais; é mais que descobrir algo menos conhecido sobre o Seu carácter, poder, amor, misericórdia, etc.
Conhecer os seus caminhos é uma aventura de vida, paixão e revelação constante sobre como Deus faz as coisas acontecerem.
Como se fossemos chamados para uma lição prática de dimensões sobrenaturais como a vida pode - e deve - ser surpreendente e maravilhosa.
Conhecer os caminhos pode ser visto como compreender o nosso companheiro de jornada que é incapaz de alguma vez que seja deixar de estar tão perto de nós que é impossível não o ver, sentir, ouvir e sobretudo entender.
Conhecer os seus caminhos é encetar uma viagem cheia de emoções, rica em aventura e principalmente cheia de significado.
Os seus caminhos são únicos, irrepetíveis e maravilhosamente surpreendentes.
Este encontro com homens e mulheres de Deus tão influentes, ao mesmo tempo tão simples, da Europa e não só, trouxe-me para já este desafio extraordinário: É tempo de me aventurar a conhecer os caminhos de Deus.
Aceitei o desafio e estou pronto para o que virá, vocês irão notar a diferença e o progresso.
Obrigado a todos por fazerem parte da minha vida.
Deus vos abençoe.
João Pedro
Somos, essencialmente, chegados à teologia - uma tentativa para colocar Deus no nosso laboratório e dissecar tudo a seu respeito - para debater opiniões e posições - mais ou menos (in)flexíveis - com o intuito de mostrar a nossa posição ou conhecimento.
Conhecer os caminhos de Deus é mais que saber tudo - se é que alguma vez conseguimos tal pressuposto - a seu respeito; é mais que afirmar posições pressuposicionais; é mais que descobrir algo menos conhecido sobre o Seu carácter, poder, amor, misericórdia, etc.
Conhecer os seus caminhos é uma aventura de vida, paixão e revelação constante sobre como Deus faz as coisas acontecerem.
Como se fossemos chamados para uma lição prática de dimensões sobrenaturais como a vida pode - e deve - ser surpreendente e maravilhosa.
Conhecer os caminhos pode ser visto como compreender o nosso companheiro de jornada que é incapaz de alguma vez que seja deixar de estar tão perto de nós que é impossível não o ver, sentir, ouvir e sobretudo entender.
Conhecer os seus caminhos é encetar uma viagem cheia de emoções, rica em aventura e principalmente cheia de significado.
Os seus caminhos são únicos, irrepetíveis e maravilhosamente surpreendentes.
Este encontro com homens e mulheres de Deus tão influentes, ao mesmo tempo tão simples, da Europa e não só, trouxe-me para já este desafio extraordinário: É tempo de me aventurar a conhecer os caminhos de Deus.
Aceitei o desafio e estou pronto para o que virá, vocês irão notar a diferença e o progresso.
Obrigado a todos por fazerem parte da minha vida.
Deus vos abençoe.
João Pedro
domingo, 3 de maio de 2009
Só Eu Sei Porque Não Fico Em Casa!
Sé eu sei porque não fico em casa.
Este foi o lema que um grande clube português usou num ano em que foi campeão e juntou á sua volta uma avalanche de apoio popular ao usar esta frase para uma canção.
A mim apetece-me dizer o mesmo - apesar de não ser este o clube de futebol que mais aprecio - quando penso em tudo o que aconteceu nesta Celebração de Vida 2009.
Não há palavras para descrever, nem qualquer atributo transmitirá tudo o que Deus realizou.
Apenas um desabafo; o que terá passado pela cabeça de alguns - principalmente cristãos do CCVA - para escolher fazer qualquer outra coisa que não estar presentes na Celebração.
Com isto não estou a queixar-me em relação ao número da assistência, porque nesse campo acho que surpreendemos muito, mas lamento que alguns, poucos, tenham perdido uma oportunidade excelente de ouvir o que Deus está a dizer para hoje.
Quando a cultura do quintal se sobrepõe ao comum a pobreza de alma insta-la-se e pior que isso perde-se a noção de corpo assim como qualquer influencia nesta geração.
O mais grave é que quando se perde esta noção de grupo corporativo, quem perde são principalmente os que se isolam e ficam fechados em si mesmos.
É por esta e outras razões que quero declarar que: Só eu sei porque não fico em casa!
Foi bom estar nesta Celebração de Vida 2009 e deixar Deus de novo tomar conta do assunto e mostrar que Ele é quem origina tudo e por Ele todas as coisas são estabelecidas.
Fico na expectativa confiante o que vai surgir em continuidade e que para o ano seja ainda melhor.
Bem-haja
João Pedro Robalo
Este foi o lema que um grande clube português usou num ano em que foi campeão e juntou á sua volta uma avalanche de apoio popular ao usar esta frase para uma canção.
A mim apetece-me dizer o mesmo - apesar de não ser este o clube de futebol que mais aprecio - quando penso em tudo o que aconteceu nesta Celebração de Vida 2009.
Não há palavras para descrever, nem qualquer atributo transmitirá tudo o que Deus realizou.
Apenas um desabafo; o que terá passado pela cabeça de alguns - principalmente cristãos do CCVA - para escolher fazer qualquer outra coisa que não estar presentes na Celebração.
Com isto não estou a queixar-me em relação ao número da assistência, porque nesse campo acho que surpreendemos muito, mas lamento que alguns, poucos, tenham perdido uma oportunidade excelente de ouvir o que Deus está a dizer para hoje.
Quando a cultura do quintal se sobrepõe ao comum a pobreza de alma insta-la-se e pior que isso perde-se a noção de corpo assim como qualquer influencia nesta geração.
O mais grave é que quando se perde esta noção de grupo corporativo, quem perde são principalmente os que se isolam e ficam fechados em si mesmos.
É por esta e outras razões que quero declarar que: Só eu sei porque não fico em casa!
Foi bom estar nesta Celebração de Vida 2009 e deixar Deus de novo tomar conta do assunto e mostrar que Ele é quem origina tudo e por Ele todas as coisas são estabelecidas.
Fico na expectativa confiante o que vai surgir em continuidade e que para o ano seja ainda melhor.
Bem-haja
João Pedro Robalo
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