Por vezes, uma sombra de fatalidade parece perseguir o subconsciente de cada um de nós.
Um destino indesejado mas ao mesmo tempo um incapacidade de fuga perante tal "sina".
Em Romanos 9:13 "Deus amou Jacó e aborreceu Esaú" sugere que há um destino traçado para cada um destes irmãos gémeos, mas quando apreciamos todos os incidentes, principalmente da vida de Jacó, com objectividade, chegamos á conclusão que foram as escolhas e decisões deste patriarca que moldaram e alteraram o seu destino.
Um suplantador que não só lutou com os homens para conseguir mudar a sua "sina" mas também o fez com Deus; participando assim nas decisões que mudaram a sua vida.
Este é um resumo da mensagem que preguei este Domingo, dia 15 de Fevereiro na igreja da Figueira da Foz.
Pode escutar, visualizar ou consultar os tópicos no sítio www.figueiraccva.org
Participe com Deus na construção do seu futuro.
Bem-haja
João Pedro
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Sou um Criacionista
No dia em que se comemora os 200 anos do nascimento de Charles Darwin e apesar de todo o contributo – e foi muito – que trouxe à humanidade; venho afirmar que continuo um convicto criacionista.
Não sou especialista na matéria, pelo que não entrarei em questões técnicas sobre o assunto, mas observo com muita atenção e alguma perplexidade que, depois de terem usado a "A Origem das Espécies" para anunciar o fim do cristianismo – porque é sempre o que está em causa, não as outras religiões – chegamos a esta data em que as expressões são as mesmas, só que em campos inversos.
Agora são os evolucionistas que se refugiam em dogmas e se ofendem quando questionados com base em argumentos válidos pelos defensores do criacionismo.
Aliás existe um reconhecimento geral que os defensores de uma criação lógica e ordenada por Deus, como relata o livro de Génesis, estão melhor preparados para debater em todos os campos, usando critérios científicos, com argumentos válidos e em certa medida inquestionáveis, que encontram apenas o desdém, a arrogância e a ofensa da parte dos defensores do evolucionismo.
Basta ler os artigos que esta semana proliferam pela comunicação social escrita apara encontrar sempre uma referência ao criacionismo como: Fanático, dogmático ou uma expressão religiosa ignorante.
Esta postura só revela uma coisa, talvez os argumentos não sejam tão infalíveis ou tão empíricos, que necessitem de uma intolerância tão agressiva pelos seus defensores.
No dia do aniversário de Charles Darwin só me apetece lembrar o início da escritura sagrada:
"No princípio Criou Deus os céus e a terra" Génesis 1.1
Deus vos abençoe
João Pedro
Não sou especialista na matéria, pelo que não entrarei em questões técnicas sobre o assunto, mas observo com muita atenção e alguma perplexidade que, depois de terem usado a "A Origem das Espécies" para anunciar o fim do cristianismo – porque é sempre o que está em causa, não as outras religiões – chegamos a esta data em que as expressões são as mesmas, só que em campos inversos.
Agora são os evolucionistas que se refugiam em dogmas e se ofendem quando questionados com base em argumentos válidos pelos defensores do criacionismo.
Aliás existe um reconhecimento geral que os defensores de uma criação lógica e ordenada por Deus, como relata o livro de Génesis, estão melhor preparados para debater em todos os campos, usando critérios científicos, com argumentos válidos e em certa medida inquestionáveis, que encontram apenas o desdém, a arrogância e a ofensa da parte dos defensores do evolucionismo.
Basta ler os artigos que esta semana proliferam pela comunicação social escrita apara encontrar sempre uma referência ao criacionismo como: Fanático, dogmático ou uma expressão religiosa ignorante.
Esta postura só revela uma coisa, talvez os argumentos não sejam tão infalíveis ou tão empíricos, que necessitem de uma intolerância tão agressiva pelos seus defensores.
No dia do aniversário de Charles Darwin só me apetece lembrar o início da escritura sagrada:
"No princípio Criou Deus os céus e a terra" Génesis 1.1
Deus vos abençoe
João Pedro
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Que Tempos são Estes?
Este será um tema recorrente deste Blogue.
Primeiro porque me inscrevo numa perspectiva preterista no que toca à Escatologia, segundo porque considero ser responsabilidade cristã oferecer uma expectativa de esperança na contemporaneidade.
Falar do que está mal, dos perigos futuros, da imprevisibilidade a respeito de tudo o que envolve a humanidade, etc. tornou-se fácil, além de campo fértil para toda a pregação salvífica dos "Messias" actuais.
Este tipo de anunciadores de desgraças precisam de "terra queimada" para que a sua mensagem faça sentido e seja escutada.
Por esta e outras razões, em contra ciclo, desejo trazer à vossa consideração a possibilidade de um futuro, de uma esperança e mais; de construção firme de algo que mudará a história da humanidade para sempre.
Creio, por isso, que os tempos - apesar de trabalhosos - são de oportunidade, de confiança em Deus, de envolvimento de todos os cristãos na construção de uma sociedade melhor, mais justa e mais equitativa.
São tempos que requerem trabalho, mas que proporcionam fruto; que exigem energia, mas resultam em descanso; que pedem homens e mulheres autênticos, pois dos fracos não reza a História.
Deus vos fortaleça.
João Pedro Robalo
Primeiro porque me inscrevo numa perspectiva preterista no que toca à Escatologia, segundo porque considero ser responsabilidade cristã oferecer uma expectativa de esperança na contemporaneidade.
Falar do que está mal, dos perigos futuros, da imprevisibilidade a respeito de tudo o que envolve a humanidade, etc. tornou-se fácil, além de campo fértil para toda a pregação salvífica dos "Messias" actuais.
Este tipo de anunciadores de desgraças precisam de "terra queimada" para que a sua mensagem faça sentido e seja escutada.
Por esta e outras razões, em contra ciclo, desejo trazer à vossa consideração a possibilidade de um futuro, de uma esperança e mais; de construção firme de algo que mudará a história da humanidade para sempre.
Creio, por isso, que os tempos - apesar de trabalhosos - são de oportunidade, de confiança em Deus, de envolvimento de todos os cristãos na construção de uma sociedade melhor, mais justa e mais equitativa.
São tempos que requerem trabalho, mas que proporcionam fruto; que exigem energia, mas resultam em descanso; que pedem homens e mulheres autênticos, pois dos fracos não reza a História.
Deus vos fortaleça.
João Pedro Robalo
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Dúvida não é Incredulidade
Como cristãos confundimos estes dois conceitos, parecem idênticos mas são distintos na forma, proveito e resultado.
Quando Jesus salvou Pedro de morrer afogado - saiu do barco com fé para andar sobre as águas, logo ficou com medo e começou a afogar-se - perguntou-lhe porque duvidou?
O interessante é que Pedro andou mesmo sobre as águas, foi salvo por Jesus e logo toda a tempestade se acalmou.
Creio que a chamada de atenção é porque o medo o privou de fazer o trajecto completo e precisar do socorro instantâneo do Mestre.
A dúvida pode surgir pelo desconhecimento perante o que de novo nos surge. Se alguma doença nos assalta, é natural que algumas dúvidas surjam, mas isso não quer dizer que nos tornámos incrédulos.
A incredulidade é um sistema de pensamento que nos impede de ver a possibilidade divina providenciada pelas promessas bíblicas.
Duvidar é humano e pode ser suprimido enquanto a incredulidade é desumana e afasta-nos da nossa real natureza, pois fomos criados para crer.
Paz
João Pedro
Quando Jesus salvou Pedro de morrer afogado - saiu do barco com fé para andar sobre as águas, logo ficou com medo e começou a afogar-se - perguntou-lhe porque duvidou?
O interessante é que Pedro andou mesmo sobre as águas, foi salvo por Jesus e logo toda a tempestade se acalmou.
Creio que a chamada de atenção é porque o medo o privou de fazer o trajecto completo e precisar do socorro instantâneo do Mestre.
A dúvida pode surgir pelo desconhecimento perante o que de novo nos surge. Se alguma doença nos assalta, é natural que algumas dúvidas surjam, mas isso não quer dizer que nos tornámos incrédulos.
A incredulidade é um sistema de pensamento que nos impede de ver a possibilidade divina providenciada pelas promessas bíblicas.
Duvidar é humano e pode ser suprimido enquanto a incredulidade é desumana e afasta-nos da nossa real natureza, pois fomos criados para crer.
Paz
João Pedro
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Encontro Isotérico
Hoje ouvi a notícia de mais um encontro isotérico, o terceiro acho, que se realiza no norte do país organizado pelo conhecido "mestre" Alves.
Este e outros têm com regularidade tempo de antena e livre transito na comunicação social sempre que realizam qualquer evento.
O preocupante é que um senhor que faz uns riscos numa folha de papel, tenha o crédito, já não só dos "mídia" mas das pessoas comuns que recorrem a este meio para procurar ajuda.
Escutamos, pelos próprios, que este é um meio de muita vigarice e mentira - claro que só se aplica ao outro que concorre directamente pelo mesmo público alvo - mas nunca se aplica ao interlocutor.
Para mim o sinal é evidente, a procura por soluções neste mundo, mostra algum desespero e desorientação.
Como se pode explicar que cartas, búzios, mezinhas, etc., ofereçam uma séria ajuda e orientação a seres inteligentes e pensantes como nós?
Ser cristão não é crendice mas fé.
O evangelho tem muito mais a oferecer que estes conceitos vagos. O amor que Jesus veio ensinar são de maior e mais profundo valor.
O que precisamos é de mais cristianismo e menos vigarice!
João Pedro
Este e outros têm com regularidade tempo de antena e livre transito na comunicação social sempre que realizam qualquer evento.
O preocupante é que um senhor que faz uns riscos numa folha de papel, tenha o crédito, já não só dos "mídia" mas das pessoas comuns que recorrem a este meio para procurar ajuda.
Escutamos, pelos próprios, que este é um meio de muita vigarice e mentira - claro que só se aplica ao outro que concorre directamente pelo mesmo público alvo - mas nunca se aplica ao interlocutor.
Para mim o sinal é evidente, a procura por soluções neste mundo, mostra algum desespero e desorientação.
Como se pode explicar que cartas, búzios, mezinhas, etc., ofereçam uma séria ajuda e orientação a seres inteligentes e pensantes como nós?
Ser cristão não é crendice mas fé.
O evangelho tem muito mais a oferecer que estes conceitos vagos. O amor que Jesus veio ensinar são de maior e mais profundo valor.
O que precisamos é de mais cristianismo e menos vigarice!
João Pedro
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O Ressurgir da Xenofobia
Com os acontecimentos recentes em Inglaterra - a tentativa dos trabalhadores ingleses impedirem os seus congéneres italianos e portugueses de acesso á livre circulação laboral - despertou a Europa para o ressurgir de um problema que parecia estar sanado e sem expressão nos nossos dias.
As dificuldades que todos estamos a sentir, podem despertar o melhor e o pior de nós. Será importante que quem preserva os altos valores da civilização faça algo para que, por causas económicas e sociais, não se justifiquem actos xenófobos - ou outros - que nos envergonhem e façam recuar anos de progresso conquistados a tanto custo.
Creio este é o tempo propício para os cristãos mostrem a sua relevância e importância para o sedimentar dos princípios de liberdade e dignidade do homem.
A igreja, que na sua génese, abole completamente qualquer distinção ou muro de separação; deve levantar bem alto a sua voz para afirmar que mentalidade xenófoba é intolerável e inaceitável para o mundo de cultura cristã.
Qualquer simpatia ou tentativa de defender a segregação a qualquer nível é anticristã e deve ser fortemente combatida em qualquer lugar onde surgir qualquer sintoma desse mal.
Ser o sal da terra é sem dúvida estar do lado da justiça e elevação ética em todos os tempos e situações.
Deus vos abençoe
João Pedro Robalo
As dificuldades que todos estamos a sentir, podem despertar o melhor e o pior de nós. Será importante que quem preserva os altos valores da civilização faça algo para que, por causas económicas e sociais, não se justifiquem actos xenófobos - ou outros - que nos envergonhem e façam recuar anos de progresso conquistados a tanto custo.
Creio este é o tempo propício para os cristãos mostrem a sua relevância e importância para o sedimentar dos princípios de liberdade e dignidade do homem.
A igreja, que na sua génese, abole completamente qualquer distinção ou muro de separação; deve levantar bem alto a sua voz para afirmar que mentalidade xenófoba é intolerável e inaceitável para o mundo de cultura cristã.
Qualquer simpatia ou tentativa de defender a segregação a qualquer nível é anticristã e deve ser fortemente combatida em qualquer lugar onde surgir qualquer sintoma desse mal.
Ser o sal da terra é sem dúvida estar do lado da justiça e elevação ética em todos os tempos e situações.
Deus vos abençoe
João Pedro Robalo
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Eu Roguei ao Pai Por Ti
Este Domingo na mensagem que trouxe à igreja, falei da conversa entre Jesus e Pedro, a respeito do aviso crucial que este seu discípulo tinha de ter em conta.
Antes das horas mais agonizantes que estavam prestes a enfrentar; Jesus quis deixar claro ao seu amigo que apesar do pedido expresso do diabo para o destruir, ele havia rogado ao Pai a seu favor.
todo o quadro envolvente, a troca de impressões, o cuidado, etc. que Jesus procurou imprimir aos seus conselhos a este discípulo descuidado e sobretudo precipitado; não foram suficientes para o alertar convenientemente sobre as horas que se seguiriam.
É claro, que Pedro soube aplicar mais tarde os aspectos práticos dos avisos de Jesus, mas não evitou os dissabores que passou. No entanto, preparou-o para ser restaurado e voltar a ser uma pessoa fulcral na construção das primeiras comunidades cristãs naqueles dias.
Tal como Pedro, todos nós temos uma função e um propósito na vida. Se nos mantivermos fiéis à visão e firmes na fé; podemos contar com esta certeza: Jesus roga ao Pai a nosso respeito. E fá-lo com eficácia.
Se desejar pode escutar ou ver esta mensagem em: www.figueiraccva.org
Bem-haja
João Pedro
Antes das horas mais agonizantes que estavam prestes a enfrentar; Jesus quis deixar claro ao seu amigo que apesar do pedido expresso do diabo para o destruir, ele havia rogado ao Pai a seu favor.
todo o quadro envolvente, a troca de impressões, o cuidado, etc. que Jesus procurou imprimir aos seus conselhos a este discípulo descuidado e sobretudo precipitado; não foram suficientes para o alertar convenientemente sobre as horas que se seguiriam.
É claro, que Pedro soube aplicar mais tarde os aspectos práticos dos avisos de Jesus, mas não evitou os dissabores que passou. No entanto, preparou-o para ser restaurado e voltar a ser uma pessoa fulcral na construção das primeiras comunidades cristãs naqueles dias.
Tal como Pedro, todos nós temos uma função e um propósito na vida. Se nos mantivermos fiéis à visão e firmes na fé; podemos contar com esta certeza: Jesus roga ao Pai a nosso respeito. E fá-lo com eficácia.
Se desejar pode escutar ou ver esta mensagem em: www.figueiraccva.org
Bem-haja
João Pedro
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